Trazendo um panorâma sobre o Marketing e as Redes Sociais em tempos de convergência.

 

11 de Setembro de 2011… Você se lembra do que estava fazendo na manhã desse dia? Foi uma experiência triste porém inesquecível não é mesmo?

 

O que isso tem a ver com Social Media? Lhe responderei em seguida:

 

O Ser humano evolui e junto com ele a forma de se comunicar com seus semelhantes e com o mundo que o rodeia. A quantidade de informação produzida e consumida vem aumentado em alta escala, gerando uma rápida mudança que exige das marcas entrar em uma corrente de inovação, impulsando-as a deixarem de lado seus esquemas tradicionais.

 

“O criativo se caracteriza por produzir novas e valiosas ideias, enquanto que o inovador é um implementador dessa criatividade.

Me refiro que inovar consiste em que essa ideia seja adotada pelas pessoas. O criativo também implementa ideias, por exemplo, pode fazer uma exposição com sua obra e ter um público que aprecia suas habilidades. A diferença radica, então, que a criatividade se aprecia, mas a inovação se adota, se introduz dentro da vida das pessoas e produz transformações.” Eduardo Kastika

 

As redes sociais são um exemplo de innovação, pois mudaram o velho formato linear de comunicação entra  marcas e pessoas, para um novo contexto, onde pessoas não são somente meros receptores, mas passam a ser inspiradores também.

 

Comunicar-se com as pessoas de uma determinado negócio e seus produtos, deixa de ser o foco principal, o foco agora está em um novo vínculo. A final de contas, os competidores diretos das empresas não visam somente a quantidade de vendas, mas também captar a atenção das audiências.

É necessário estar onde as pessoas estão e falar sobre o que lhes interessa, e para isso é preciso entender que estas não consomem produtos ou conteúdos, mas experiências.

 

O que seria obvio para um empresa de cartões de crédito?

Falar de suas vantagens competitivas? Dos seus planos especiais de pagamento? Promoções em locais de venda?

 

Digamos que a resposta poderia ser sim. Porém, Mastercard decidiu inovar e não ocultou a identidade do seu produto e negócio, que se dedica à aquisição de bens de consumo através de um serviço financeiro operado por meio de um cartão de crédito. A diferença em si, foi que se enfocou na experiência que o consumo proporciona fazendo com que ninguem esquece da conhecida frase: “Existem coisas que o dinheiro não compra…”.

 

A internet e as redes sociais são neste momento, o principal canal de manifestação e conexão de experiências. Isso evidencia a existência de um novo modelo que exige das marcas a capacidade de se reinventar, tanto nas estratégias de negócio, como na forma que utilizam para se comunicar com seu público objetivo. Uma comunicação que agora é de duas mãos, na qual se fala e também se escuta ativamente, o que de alguma forma pode gerar certo desconforto no início.

 

No sucesso, o conforto absoluto não existe!

 

No velho marketing as marcas produziam conteúdo à sua audiencia, mas não há como negar que as pessoas produzem conversações, razão pela qual quem não as escuta perde informações valiosas.

 

No panorama de Social Media Research e Social Media Analytics existem 3 principais modelos que podem ajudá-lo a construir uma boa estratégia digital conectada a estratégias offine:

 

Social Media Listening:

Através da escuta nas redes sociais é possivel coletar dados e utilizá-los na construção das estratégias de marketing e estratégias gerais de negócios. Este processo pode consistir em identificar e avaliar o que as pessoas falam sobre uma determinada marca ou produto, fazer seguimento de uma audiência objetivo, além de inteligência competitiva.

Social Media Listening pode prover dados como: Sentimento da audiência sobre a marca, produto ou serviço, share of voice, tópicos de conversa, tópicos emergentes, share de campanhas. (ver a apresentação completa)

 

Social Media Performance:

Através de Social Media Performance é possível entender e avaliar o comportamento das pessoas em relação aos conteúdos e campanhas, medindo seu impacto e trascendencia.

Algumas métricas conhecidas poderiam ser:

 

  • Facebook: Likes, Shares, Comments, Fans, RSVP
  • Twitter: Mentions, Follows, Un-follows, Tweets, Re-Tweets
  • Instagram: Likes, Comments, Follows, Un-follows, mentions
  • Google+: +1, Shares, Comments
  • YouTube: Viwes, Time Watched, Subscriptions, Shares, Likes

 

(ver a apresentação completa)

 

Real Time:

Um dos grandes diferencias da era digital é a velocidade com que as coisas acontecem, o que exige das marcas um rápido poder de percepção ou reação, ao mesmo tempo que um Tweet tem um tempo de vida útil curto, pode ter uma poder de devastação imenso, seja positivo ou negativo. (ver a apresentação completa)

 

Em resumo, é necessário escutar, aproveitar a nova segmentação, e participar dos momentos de alto impacto social. No marketing tradicional a segmentação era substancialmente masiva, enquanto que os medios socias tem uma característica versátil e podendo ser granular, além de poder ser obtida e acionável praticamente em tempo real.

 

Em tempos de convergência quem estuta é Rei!

 

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